Obesidade mórbida: fatores de risco, diagnóstico e tratamento

A obesidade mórbida é um risco para a saúde. A doença costuma desencadear diversas complicações ao organismo, podendo causar a morte do paciente. No entanto, apesar de ser uma doença grave, existem tratamentos que ajudam a contornar o quadro. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, existem mais de 18 milhões de obesos em estado grave. No total, são mais de 70 milhões de indivíduos acima do peso no país. Neste artigo, você vai entender como esse tipo de obesidade é diagnosticada e quais os métodos para tratá-la, além de conhecer os principais fatores de risco para a doença. Confira! O que é obesidade mórbida? Também conhecida como obesidade grau III, a obesidade mórbida é caracterizada pelo extremo excesso de gordura corporal. Nestes casos, o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 40. Apesar de ser uma doença severa, ela tem cura e, para isso, é essencial o acompanhamento médico e nutricional. Em alguns casos, o atendimento terapêutico também é aconselhado. O apoio psicológico contribui para a redução do estresse e da ansiedade, causados pela mudança de hábitos alimentares e da rotina de vida do paciente, para que ele possa perder peso de forma efetiva. Com isso, a pessoa consegue perder peso e evitar que problemas associados aconteçam. Para saber qual método é o mais indicado para tratar a obesidade, é importante fazer exames e procurar a ajuda de especialistas. Quais são os fatores de risco para a doença? O obesidade mórbida ocorre devido a múltiplos fatores, ligados a diferentes áreas. As causas podem ser ambientais, comportamentais, orgânicas, psicológicas, ou uma combinação delas. Conheça as diferentes causas da doença: ingestão exagerada de alimentos calóricos, com alto teor de açúcar e gordura; sedentarismo: a falta de atividades físicas contribui para o acúmulo de gordura e não estimula o corpo a queimar calorias; distúrbios emocionais, que podem provocar a compulsão alimentar; predisposição genética; alterações hormonais, associadas a alguma patologia, como o hipotireoidismo e a síndrome do ovário policístico; genética: genes que afetam a quantidade de absorção de gordura; estilo de vida familiar: quando um dos pais ou os dois são obesos, o filho tende a ter mais chances de engordar; problemas de saúde: como síndrome de Prader-Willi, artrite e outras doenças; uso de medicamentos: alguns antidepressivos, para o tratamento da diabetes, antipsicóticos, esteroides e betabloqueadores; idade: mesmo que uma criança possa apresentar esse quadro, os adultos têm mais chances de engordar, já que o envelhecimento altera os hormônios e a quantidade de músculos é reduzida, reduzindo o metabolismo; gravidez: algumas mulheres engordam muito durante a gestação, tendo dificuldades em perder o peso depois do parto; problemas para dormir: a alteração do sono pode causar mudanças hormonais e aumentar o apetite, fazendo com que organismo estimule o consumo de calorias e carboidratos; uso de substâncias químicas: desreguladores endócrinos ou disruptores, substâncias capazes de proporcionar os mesmos efeitos dos hormônios. Como tratar? Para perder o excesso de peso e melhorar a saúde, é importante mudar os hábitos alimentares e fazer exercícios físicos. Contudo, a alteração do cardápio deve ser feita com o acompanhamento de um profissional da área de saúde. Em casos mais sérios, é necessário recorrer à cirurgia bariátrica. A obesidade mórbida pode causar complicações físicas e psicológicas graves, por isso, procure um médico para que você possa reverter a situação e ter uma vida mais tranquila. Quer saber mais? Clique no banner!

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Dor de cabeça constante: veja as possíveis causas

Um problema encarado como normal pelas pessoas, a dor de cabeça constante deve ser avaliada por um médico, independentemente da sua intensidade ou frequência. Geralmente, a dor é um sinal enviado pelo cérebro para indicar que algo não está funcionando corretamente. Existem diversas causas possíveis para a dor de cabeça constante. Nesse texto, você irá encontrar as mais comuns. Então, continue a leitura. Manifestações da dor de cabeça A dor de cabeça pode se manifestar em diversas regiões do crânio. A dor nas laterais pode ter origem na má alimentação e na desidratação. A dor na testa tem relação com estresse ou com consumo excessivo de cafeína. A dor no fundo dos olhos pode indicar uma sinusite ou algum problema na visão. A dor próxima à nuca pode ser causada também pelo estresse e pelo cansaço. Confira a seguir, maiores detalhes sobre algumas dessas causas. 8 possíveis causas da dor de cabeça 1. Alterações na visão O astigmatismo, a hipermetropia, presbiopia, estrabismo, miopia e até o glaucoma são problemas de visão que, quando não tratados, podem causar dor de cabeça, principalmente em crianças. 2. Estresse O estresse é um gatilho para diversos problemas de saúde, como por exemplo, a dor de cabeça. A cefaleia pode ser uma consequência da dificuldade para dormir, comum em pessoas estressadas. Além disso, a associação do estresse com cansaço pode desregular o apetite e deixar a pessoa mais irritada. Se a dor de cabeça surgir acompanhada desses outros sintomas, provavelmente foram desencadeados pelo estresse. 3. Alimentação Uma alimentação rica em cafeína, gorduras e açúcares pode ser a responsável pela dor de cabeça constante. Assim como permanecer muito tempo em jejum pode produzir o mesmo sintoma. Isso porque a ausência de açúcares no sangue provoca a hipoglicemia. Essa condição estimula a produção de hormônios que causam a dor e contribuem para a sensação de fraqueza e tontura. 4. Doenças Algumas doenças, principalmente, as respiratórias, podem ter como manifestação clínica a dor de cabeça constante. Se for o caso, a dor desaparece logo que a doença é tratada.  5. Bruxismo O bruxismo é uma condição que se caracteriza pelo ato involuntário de apertar ou raspar os dentes durante a noite. Essa ação contínua pode mudar o posicionamento da articulação da mandíbula e fazer com que a dor de cabeça apareça diariamente. 6. Alterações hormonais Durante a gravidez ou por consequência do período de tensão pré-menstrual, a mulher sofre uma grande alteração hormonal e que também pode gerar cefaleia. 7. Desidratação A água funciona como um combustível que mantém o corpo em pleno funcionamento. Quando ela está ausente, o organismo padece e produz diversos sintomas. Entre eles está a dor de cabeça.  8. Tabagismo O cigarro possui mais de quatro mil substâncias diferentes em sua composição, sendo todas tóxicas. Quando elas são inaladas, reduzem a quantidade de oxigênio e nutrientes no sangue, nos tecidos e no cérebro. No longo prazo, o abastecimento deficiente de sangue no cérebro pode provocar dores intensas de cabeça. Além disso, o tabagismo causa câncer, problemas cardiovasculares, respiratórios e até a infertilidade. Essas são as principais causas para a dor de cabeça constante. Caso sofra com esse sintoma é imprescindível que procure um médico para que haja o diagnóstico correto. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre clínica geral e promoção geral de saúde.

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Os riscos do sedentarismo e obesidade para a saúde do coração

Um dos principais responsáveis pelo aumento no número de casos de doenças cardiovasculares é o excesso de peso. Geralmente, essa condição surge ou se agrava em função do sedentarismo, um fator muito presente nos dias atuais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as duas primeiras entre as dez principais causas de morte no mundo são doenças cardiovasculares. Na maioria dos casos, essas patologias são desencadeadas pela obesidade e/ou pelo sedentarismo. Você sabia disso? Entende os riscos que esse estilo de vida pode trazer? Nesse texto, irei tratar do assunto, explicando o que é, quais são, efetivamente, os riscos para a saúde do coração. Não deixe de ler até o final. O que é obesidade e sedentarismo? A obesidade é uma patologia crônica que tem como principal característica o acúmulo excessivo de gordura corporal. Assim, um indivíduo é considerado obeso a partir do cálculo do seu Índice de Massa Corporal (IMC). Em resumo, o IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar o grau de sobrepeso e obesidade de uma pessoa. A partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo. Esse resultado irá se enquadrar em uma das faixas de referência. São elas: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; De 30 e 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, está com obesidade grau 2; Mais do que 40, está com obesidade grau 3. Assim, quanto maior for o índice, maiores serão as possibilidades da pessoa desenvolver diabetes, doenças cardíacas e cardiovasculares, hipertensão arterial, depressão, além, é claro, da própria obesidade. Nesse sentido, o sedentarismo é uma condição que está integralmente associada ao quadro de excesso de gordura corporal e também é um dos maiores fatores de risco para cardiopatias. É considerado sedentário quem não faz um total de 150 minutos de atividade física por semana. Os riscos para a saúde do coração Além do IMC, um outro aspecto a ser observado é o tipo de gordura acumulada. A obesidade centrípeta é a gordura acumulada no abdômen e ocorre quando a cintura abdominal é maior que 102 cm em homens e 88 cm nas mulheres. Esse tipo de obesidade está mais associada aos problemas do coração. Isso porque a concentração de gordura em torno dos órgãos na região abdominal aumenta a probabilidade de entupimento das artérias, dificultando o desempenho do sistema cardiovascular. O consumo excessivo de gordura saturada provoca o aumento da taxa de colesterol que, consequentemente, causa o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Essas placas fazem com que as artérias fiquem endurecidas, estreitando o fornecimento de sangue para o corpo. Esse quadro é chamado de aterosclerose. Como resultado do seu agravamento, o indivíduo pode vir a sofrer um infarto do miocárdio e morrer. Além disso, a obesidade pode desencadear a hipertensão, diabetes, apneia do sono, acúmulo de gordura no fígado, acidente vascular cerebral (AVC) e até pode favorecer o surgimento de algum tipo de câncer. Por isso, é importante evitar o sedentarismo, mantendo uma boa alimentação e a prática de atividades físicas. Se o seu IMC indica sobrepeso ou obesidade, procure um cardiologista para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

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6 sinais de depressão

Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um relatório que aponta a existência de mais de 322 milhões de pessoas no mundo sofrendo com depressão. Esses números alarmantes indicam a necessidade de conhecer mais sobre essa doença. Na maioria dos casos, um paciente depressivo apresenta diferentes tipos de sinais de que algo não está bem. Se esses sintomas fossem conhecidos por todos, o diagnóstico seria precoce e muitos dos casos já teriam sido solucionados. Por isso, não deixe de ler esse texto. O que é a depressão? É uma doença psiquiátrica crônica que tem origem em disfunções químicas que afetam o organismo. Ainda hoje, a depressão é pormenorizada pelos familiares e pessoas próximas ao doente, sendo confundida com uma mera tristeza ou algum distúrbio de humor. Porém, diferente do que pensam, pessoas depressivas sofrem bastante com os sintomas e, por isso, alguns casos resultam em suicídios. Essa patologia é dividida de acordo com a sua intensidade, podendo ser leve, moderada ou grave. Ela também é classificada de acordo com a causa. A depressão pode ter origem em fatores genéticos do paciente, na deficiência de neurotransmissores ou na ocorrência de eventos estressantes que funcionam como um gatilho. Conheça os principais sinais da doença A depressão se manifesta a partir de alguns sintomas que são bem característicos. A seguir, uma relação com os sinais mais frequentes que um paciente depressivo apresenta. 1. Alteração de humor Esse é o principal sintoma da doença, chamado de humor deprimido. Apresentar tristeza, indiferença e desânimo são condições inerentes à natureza humana e, por isso, nem sempre indicam um quadro depressivo. Uma pessoa que apresenta o humor deprimido tende a perceber o mundo de uma forma negativa e infeliz, independente do acontecimento de uma coisa boa ou ruim. Geralmente, uma consequência desse humor é a baixa autoestima. 2. Perda de interesse por atividades prazerosas Se o indivíduo deixa de se interessar por atividades que antes entendia como prazerosas, são grandes as chances de estar desenvolvendo um quadro depressivo. O desinteresse pode ser familiar, profissional e até sexual.  Em algumas situações, o paciente abre mão de seus projetos por passar a entender que eles não valem mais a pena, ou então, perdem o desejo de conquistar novos objetivos. 3. Mudanças no sono Em função dos sentimentos ruins e da forma negativa de enxergar a vida, é muito comum que o paciente depressivo tenha dificuldades para dormir ou que passe muitas horas dormindo. Eles também costumam acordar no meio da noite e ter dificuldade para voltar a dormir. 4. Alterações no apetite A perda ou o aumento do apetite também são sintomas comuns da depressão. Em geral, há um aumento no desejo de consumir açúcar ou carboidratos. Porém, os médicos só associam esse sintoma à doença se ele permanecer por mais de duas semanas. 5. Falta de concentração Quem sofre com um quadro depressivo enfrenta dificuldades para se concentrar em algum assunto, para raciocinar e para tomar decisões. Por isso, é muito comum que o paciente passe por problemas na escola ou no trabalho. 6. Cansaço Para quem sofre com essa doença, algumas atividades simples como lavar o rosto ou vestir-se pela manhã são extremamente cansativas. Ele também apresenta diminuição da energia para enfrentar o dia a dia e fadiga. Esteja atento aos sinais da depressão, pois podem ajudar a identificá-la precocemente. Quer saber mais? Clique no banner!

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Hipertensão: o que é e como tratar?

De acordo com pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde brasileiro, a hipertensão arterial foi a causa de 49 mil mortes no país em 2017. Além disso, ela é uma das doenças que mais afetam a população mundial. Nesse texto, você vai entender mais sobre essa condição, conhecer os seus sintomas, descobrir como é causada e como é o tratamento. Ficou interessado? Então, continue a leitura. O que é a hipertensão arterial? Conhecida popularmente como pressão alta, é uma doença crônica que se caracteriza pela elevação da pressão sanguínea nas artérias. O seu diagnóstico é confirmado quando o paciente apresenta os valores dessa pressão iguais ou superiores a 140/90 mmHg. A hipertensão arterial é reconhecida como uma doença democrática, pois pode acometer homens, mulheres, crianças, adultos e idosos. Para que todo o corpo seja abastecido, o sangue bombeado pelo coração exerce uma força natural contra a parede interna das artérias. Quando há um estreitamento nas artérias, o bombeamento precisa ser mais intenso para impulsionar o sangue e retorná-lo para o coração. Esse aumento da pressão interna faz com que o coração se dilate e danifique as artérias. Os valores da nossa pressão sanguínea variam durante o dia. Eles tendem a ser maiores quando estamos em atividade e reduzem quando dormimos ou relaxamos. Um paciente é considerado hipertenso, quando alcança, em repouso, os valores acima citados. Quais são os sintomas? Essa patologia faz parte do grupo das doenças silenciosas. Isso porque, na maioria dos casos, ela é assintomática. Apenas nos casos críticos, o paciente pode apresentar alguns sintomas. Os mais comuns são dor de cabeça, falta de ar, visão borrada, zumbido no ouvido, fraqueza, sangramento nasal, tontura e dor no peito. Além disso, os hipertensos estão mais predispostos a adquirir algum problema vascular, como por exemplo, um acidente vascular cerebral (AVC), infarto, doenças renais, alterações na visão e disfunção erétil. Como é causada? De acordo com o Ministério da Saúde brasileiro, em 90% dos casos a hipertensão é herdada dos pais. Porém, essa condição pode ser influenciada pela presença de alguns fatores, tais como: Tabagismo; Obesidade; Sedentarismo; Consumo abusivo de álcool; Estresse; Consumo elevado de sal; Altas taxas de colesterol; Pessoas de raça negra; Pacientes de diabetes; Idosos. Como é o tratamento? O tratamento dos hipertensos começa com uma mudança no estilo de vida. Na maioria dos casos, o paciente apresenta algum dos fatores de riscos associado ao sedentarismo, tabagismo ou obesidade. A mudança de hábitos passa pela perda de peso, parar de fumar, ter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos. Em alguns casos, o paciente também precisa fazer uso de medicamentos que ajudam a tratar a pressão sanguínea. Geralmente, os medicamentos são diuréticos, inibidores de angiotensina, bloqueadores dos canais de cálcio, de beta e IECAs. O acompanhamento médico também é fundamental, principalmente, se o indivíduo portar alguma outra doença associada à pressão alta. O foco do tratamento sempre será evitar que a pressão ultrapasse os valores de 120/80 mmHG. O controle da pressão sempre é possível de alcançar, desde que o tratamento seja realizado. É importante estar atentos aos sintomas da hipertensão arterial e procurar um médico, caso perceba algo diferente.  Quer saber mais? Clique no banner!

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7 dicas para emagrecer de forma saudável

Estar acima do peso não é uma condição que deve ser vista apenas como um problema estético. O excesso de gordura corporal produz diversos malefícios à nossa saúde. Porém, a melhor maneira de emagrecer é seguindo práticas saudáveis. Não sabe como? Então, leia esse texto e conheça algumas dicas que podem ajudar você a perder peso sem afetar a sua saúde. O emagrecimento saudável é resultado de uma conta simples. O corpo precisa gastar mais calorias do que consome. Caso a fórmula seja invertida, você irá engordar. Se houver o equilíbrio entre queima e ingestão de calorias, o seu peso permanecerá igual. Dicas para emagrecer de forma saudável 1) Evite o consumo de bebidas e alimentos com excesso de açúcar Para você ter uma ideia, uma única lata de refrigerante possui 35 gramas de açúcar, ou seja, são entre 8 a 10 colheres de açúcar em um único recipiente. Porém, não são apenas os refrigerantes que possuem o excesso de açúcar. As bebidas energéticas e os isotônicos têm, em média, 30 gramas de açúcar em cada garrafa. A melhor forma de evitar a ingestão excessiva de açúcar é observando as informações no rótulo de cada produto. 2) Quando preparar a sua refeição, nunca encha o prato Geralmente, deixamos para almoçar ou jantar quando estamos com fome. Assim, nossa capacidade de estimar a quantidade de comida que precisamos é afetada e colocamos mais comida do que precisamos. Por isso, faça as refeições antes da fome chegar. 3) Mantenha uma boa rotina de sono Nosso corpo queima mais calorias enquanto estamos dormindo em sono profundo. Por isso, durma, pelo menos, de sete a oito horas por dia. Quem dorme pouco está mais propenso a engordar. 4) Aprenda a alimentar-se corretamente A reeducação alimentar é o principal pilar para emagrecer de forma saudável. Apesar das dietas apresentarem um resultado mais rápido, como você não se reeducou, a manutenção do peso perdido será muito mais difícil. Para conseguir manter o peso adequado, você precisa modificar seu estilo de vida, principalmente, os hábitos alimentares. A dieta não vai lhe ensinar a comer melhor. 5) Não pule o café da manhã Quando permanecemos por muito tempo em jejum, o corpo passa a consumir não só a gordura, mas também a massa muscular. Assim, é recomendado que você tenha um café da manhã saudável. 6) Pratique exercícios físicos para emagrecer É um erro muito comum é pensar que é mais fácil emagrecer apenas pela redução na ingestão de calorias. A prática de exercícios físicos aumenta o gasto calórico diário e acelera a perda de peso. Além disso, eles continuam promovendo a queima de caloria durante o descanso. 7) Evite a ingestão de gorduras trans e saturada A gordura trans aumenta a taxa de colesterol ruim (LDL) e diminui o colesterol bom (HDL). Esse tipo de gordura é encontrada em biscoitos, sorvetes, bolos industrializados, entre outros.  A gordura saturada promove o acúmulo de gordura no organismo, se ingerida em excesso. Ela está presente na carne vermelha, no leite integral, nos queijos e na manteiga. Essas são apenas algumas de várias dicas que ajudam a emagrecer de forma saudável, sem prejuízos para sua saúde. Porém, é importante o acompanhamento de um nutricionista. Quer saber mais? Clique no banner!

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Diabetes: sintomas, causas e tratamentos

Na lista de enfermidades que preocupam o brasileiro está o diabetes. O descompasso metabólico que caracteriza o problema, se não tratado adequadamente, mina, e muito, a qualidade de vida do portador da enfermidade. No mundo, mais de 380 milhões de pessoas convivem com a doença. No Brasil, o número de diabéticos ultrapassa 13 milhões de indivíduos.  Vamos entender mais sobre este tema? Continue a leitura para saber mais. O que é o diabetes? Quando falamos de diabetes, estamos nos referindo a, basicamente, dois tipos: 1 e 2. O primeiro ocorre quando o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta do pâncreas, levando a pouca ou nenhuma liberação de insulina.  O segundo tipo surge quando o organismo não dá conta de usar, de maneira adequada, a insulina que produz,ou não a produz em quantidades suficientes para controlar os níveis de açúcar no sangue. É o tipo mais prevalente.  Outro tipo da doença é o diabetes gestacional, que é temporário e acontece, como o nome sugere, na gestação. Quase 5% das gestantes são afetadas, sendo que a condição eleva o risco de desenvolvimento posterior para a mãe e o bebê.  Causas do diabetes tipo 2 Hábitos não saudáveis são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2, além da genética. As causas mais influentes para o surgimento da doença, incluem:  pressão alta; colesterol alto; alterações na taxa de triglicérides no sangue; sobrepeso (principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura);  histórico familiar positivo para a patologia; doenças renais crônicas; síndrome de ovários policísticos; distúrbios psiquiátricos (esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar); apneia do sono; uso de medicamentos da classe dos glicocorticóides. Tratamentos para a doença O diagnóstico do diabetes é muito simples e rápido. Com uma gotinha de sangue, é possível saber se há alguma alteração na taxa de glicemia. Se o resultado for positivo, entram em cena outros testes mais específicos, como o curva glicêmica, para que se inicie o tratamento o quanto antes. Se for constatado o tipo 1, o paciente precisará de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores considerados normais. Elas são aplicadas pela própria pessoa, na barriga, na coxa, no braço, na região da cintura ou nos glúteos. Um aparelho pequeno e acessível ajuda no controle diário das taxas de insulina. O tipo 2, por sua vez, requer uso de medicamentos inibidores da alfaglicosidase (impedem a digestão e absorção de carboidratos no intestino), sulfonilureias (estimulam a produção pancreática de insulina pelas células) e/ou glinidas (agem também estimulando a produção de insulina pelo pâncreas). Quando eles, associados à dieta, não conseguem controlar os níveis de açúcar no sangue, as injeções são consideradas.  E por falar em dieta, ela é essencial (muito mesmo) para o paciente que tem diabetes. Sem alimentação saudável, saúde corre grande risco. Outros dois pontos cruciais são a prática de atividade física e o abandono do cigarro. Se você quer ficar longe desse mal, além de adotar um estilo de vida saudável, faça exames regularmente, pois, em muitos casos, o pré-diabetes é uma oportunidade de evitar danos maiores ao organismo.  Quer saber mais? Clique no banner!

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Obesidade e bullying: efeitos sobre os jovens

A obesidade e bullying tem uma relação muito próxima e configuram como uma grande complexidade para a vida dos jovens que, em muitas situações, não se sentem confortáveis com a imagem corporal. A obesidade pode ter início em qualquer fase da vida. Porém, em se tratando dos mais novos a situação é um tanto mais complexa. Não é raro que, ao sofrer bullying devido ao peso, o jovem se torne mais tímido, menos expansivo e mais retraído. Além disso, precisamos considerar que as cobranças da sociedade por um corpo cada vez mais “perfeito”, pioram ainda mais essa situação. Relação entre bullying e obesidade O bullying é caracterizado como um ato de violência — física ou emocional — direcionado a um grupo ou a um indivíduo. O que complica ainda mais as coisas é o fato de que, na sociedade moderna, essa prática é algo rotineiro e, em muitas situações, até permitida. Talvez, o maior problema esteja na população que ainda não compreendeu que a obesidade entre os jovens não é uma escolha, é uma condição daquela pessoa. Os jovens alvos do bullying, geralmente são pouco sociáveis, são cheios de insegurança e tem uma baixa estima. Esses fatores os tornam alvos ainda mais atrativos para os perpetradores da violência. Por outro lado, quem pratica o bullying é, de certa forma, também uma vítima do meio ao qual está inserido. Esses, normalmente, são os mais fortes e quase sempre são de famílias desestruturadas onde a falta de afetividade e o comportamento violento são coisas comuns. Isso quer dizer que o bullying deve ser combatido, mas não somente isso, é preciso ir atrás da raiz do problema, por meio de ações afirmativas para que todo o cenário seja modificado positivamente. Os efeitos do bullying nos jovens Uma das consequências mais dramáticas da relação entre obesidade e bullying é a depressão nos jovens. Nas últimas décadas, essa alteração psiquiátrica tem visto seus números crescerem ano a ano entre os mais novos. Os jovens que são afetados por essa condição começam a apresentar falta de interesse nas atividades que realizavam com frequência, tornam-se mais inquietos, agressivos e, claro, os relacionamentos sociais e familiares também começam a serem afetados. O quadro de depressão complica ainda mais a situação da obesidade, pois esses jovens podem começar a buscar na comida uma espécie de fuga ou algo que lhe dê prazer. Outra consequência que surge como resultado da obesidade e bullying é a ansiedade que torna-se algo frequente e persistente. E, novamente, é um risco que apenas piora o quadro geral, pois assim como na depressão, a comida também pode se tornar uma válvula de escape. Identificando o bullying Os sinais de que o jovem tem sido alvo de bullying passam desapercebidos em boa parte das situações, pois ele tenta esconder que algo está errado. Muitas vezes, ele tem queda no rendimento, piora na segurança, queda na estima, irritação fácil, medo, vergonha, alterações no sono e sinais de tristeza. A família até percebe tais sinais, mas não raro, os considera como algo da idade ou simplesmente, um tipo de chateação. Porém, como ficou claro até aqui, a obesidade e bullying são coisas sérias. A família deve sempre ficar atenta, pois nem sempre o jovem sabe como procurar ajuda. Uma sugestão simples e que ajuda muito é procurar manter um canal de comunicação livre, sem preconceitos e julgamentos, para que ele se sinta protegido e seguro para falar sobre o que o aflige. Quer saber mais? Clique no banner!

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7 fatores de risco para a obesidade

A obesidade é um grave problema de saúde pública e está associada às causas das duas doenças que mais matam no mundo. Com a evolução tecnológica, houve uma completa transformação no estilo de vida da população, tornando-os mais sedentários. Para evitar esse problema, é preciso conhecer os principais fatores de risco que podem provocar o excesso de gordura corporal. Pensando nisso, preparei esse texto sobre o assunto. O que é obesidade? A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Um indivíduo é considerado obeso a partir do cálculo do seu Índice de Massa Corporal (IMC). O IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar o grau de sobrepeso e obesidade de uma pessoa. A partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo, que irá se encaixar em uma das seguintes faixas de referência: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; De 30 a 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, está com obesidade grau 2; Mais do que 40, está com obesidade grau 3. Além disso, a obesidade pode ser classificada de acordo com a forma como se manifesta. O tipo androide se caracteriza pela curvatura abdominal em formato de maçã. Por fim, o terceiro tipo é o ginecoide, mais comum em mulheres, tem como característica a concentração da gordura nas nádegas, quadril e coxas em formato de pera. Quais são os fatores de risco da obesidade? Existem diversos fatores que podem ser considerados como causas da obesidade. Eles podem ir de aspectos ambientais a emocionais. Conheça, a seguir, os principais fatores de risco para a doença. Sedentarismo O sedentarismo é uma condição que está integralmente associada ao quadro de excesso de gordura corporal e também é um dos maiores fatores de risco para cardiopatias. É considerado sedentário quem não faz um total de 150 minutos de atividade física por semana. Os indivíduos com estilo de vida sedentário, ingerem, diariamente, mais calorias do que queimam, provocando o ganho de peso. Genética A genética do paciente influencia na quantidade de gordura acumulada pelo corpo, na forma como ela é distribuída por ele, no grau de eficiência do organismo para transformar as calorias em energia e em como o corpo queima essas calorias durante a prática de exercícios. Maus hábitos alimentares Uma alimentação não balanceada, rica em calorias, bebidas hipercalóricas e em grandes porções é um dos principais fatores de risco para a doença, pois presta grande contribuição ao ganho de peso do paciente. Estilo de vida familiar É muito comum encontrar a doença em todos os membros de uma família. Isso não se deve apenas a genética, mas sim ao compartilhamento dos mesmos hábitos dentro de casa.  Uso de medicamentos Se não houver uma compensação por parte do paciente, o uso de medicamentos para diabetes, antidepressivos, anticonvulsivos, antipsicóticos, esteroides ou beta-bloqueadores podem favorecer o ganho de peso. Consequência de outras doenças para a obesidade Em casos mais raros, uma pessoa pode se tornar obesa em função de outra doença, como por exemplo, a síndrome de Cushing ou de Prader-Willi. A artrite também pode provocar o aumento de peso por causa da inatividade do paciente. Distúrbios do sono Por ocasião de alguns distúrbios do sono, o paciente pode sofrer com dificuldades para dormir ou pode permanecer dormindo por muito tempo. Ambas as situações afetam o apetite e podem fazer com que a pessoa consuma mais calorias e carboidratos do que deveria. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre Clínica Médica e Promoção Geral da Saúde. 

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Azia: o que pode ser?

Problemas como azia e má digestão são comuns no cotidiano dos brasileiros. Apesar de serem considerados a mesma coisa, esses dois sintomas possuem causas diferentes e afetam à nossa qualidade de vida em diferentes níveis de intensidade. Você já sofreu com esse desconforto abdominal, principalmente, após as refeições? Por ser uma condição que ocorre com frequência, preparei esse texto para que você saiba as possíveis origens desse sintoma. O que é azia? É a sensação de queimação no esôfago, no peito ou atrás do osso esterno e que pode ocorrer ocasionalmente ou continuamente, variando de acordo com a causa. Essa é uma das principais queixas nos consultórios médicos, pois prejudica a qualidade de vida das pessoas. Uma das reclamações mais recorrentes é que o indivíduo perde o prazer pela refeição. Além disso, quem sofre com a azia tende a buscar a automedicação, melhorando temporariamente os sintomas, mas sem a investigação ou o tratamento da sua origem. Quais são os sintomas? O sintoma padrão é a queimação no esôfago e o gosto ácido na boca, mas existem outros além desses. O paciente pode apresentar crises de asma, tosse, dor no peito e ulcerações que provocam a redução do esôfago em função da formação de cicatrizes. Além disso, o indivíduo pode desenvolver uma condição chamada de esôfago de Barrett, uma doença que altera as características da mucosa do órgão e torna o paciente mais predisposto a desenvolver o câncer. Como é causada? A azia ocorre quando o alimento ingerido entra no estômago e retorna para o esôfago por ocasião de um mau funcionamento do esfíncter, um anel muscular que bloqueia o refluxo de alimentos. Essa condição causa uma irritação no esôfago, provocando a queimação. Esse sintoma pode ser provocado por diversas situações, sendo as mais frequentes: Tabagismo, pois as substâncias presentes no cigarro favorecem o relaxamento do esfíncter, facilitando o refluxo; Consumo excessivo de cafeína pode estimular a movimentação do estômago e promover o retorno do suco gástrico para o esôfago; Alimentar-se em grande quantidade faz com o que o estômago fique muito cheio e distendido, atrapalhando o fechamento do esfíncter. Outra situação que favorece o refluxo é a ingestão excessiva de gordura, fazendo com que os alimentos permaneçam por mais tempo no órgão; Gravidez, pois a falta de espaço no abdômen da mulher associado ao excesso do hormônio progesterona prejudicam o fechamento do esfíncter; Uso inadequado de medicamentos também promove a queimação no esôfago; Ingestão de líquidos durante as refeições faz com que o estômago fique muito cheio, dificultando o seu fechamento; Consumo abusivo de álcool ajuda a relaxar a musculatura do esfíncter esofágico, favorecendo o retorno do suco gástrico; Ingestão de chocolate, pimenta, cebola crua, frutas cítricas, hortelã e tomate são potenciais causadores da queimação estomacal. Essas são algumas das possibilidades que a sensação de azia pode indicar. A melhor forma de evitar o sintoma é mudando os hábitos relacionados à forma como se alimenta. Em casos crônicos, procure um médico especialista para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

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