7 fatores de risco para a obesidade

A obesidade é um grave problema de saúde pública e está associada às causas das duas doenças que mais matam no mundo. Com a evolução tecnológica, houve uma completa transformação no estilo de vida da população, tornando-os mais sedentários. Para evitar esse problema, é preciso conhecer os principais fatores de risco que podem provocar o excesso de gordura corporal. Pensando nisso, preparei esse texto sobre o assunto. O que é obesidade? A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Um indivíduo é considerado obeso a partir do cálculo do seu Índice de Massa Corporal (IMC). O IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar o grau de sobrepeso e obesidade de uma pessoa. A partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo, que irá se encaixar em uma das seguintes faixas de referência: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; De 30 a 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, está com obesidade grau 2; Mais do que 40, está com obesidade grau 3. Além disso, a obesidade pode ser classificada de acordo com a forma como se manifesta. O tipo androide se caracteriza pela curvatura abdominal em formato de maçã. Por fim, o terceiro tipo é o ginecoide, mais comum em mulheres, tem como característica a concentração da gordura nas nádegas, quadril e coxas em formato de pera. Quais são os fatores de risco da obesidade? Existem diversos fatores que podem ser considerados como causas da obesidade. Eles podem ir de aspectos ambientais a emocionais. Conheça, a seguir, os principais fatores de risco para a doença. Sedentarismo O sedentarismo é uma condição que está integralmente associada ao quadro de excesso de gordura corporal e também é um dos maiores fatores de risco para cardiopatias. É considerado sedentário quem não faz um total de 150 minutos de atividade física por semana. Os indivíduos com estilo de vida sedentário, ingerem, diariamente, mais calorias do que queimam, provocando o ganho de peso. Genética A genética do paciente influencia na quantidade de gordura acumulada pelo corpo, na forma como ela é distribuída por ele, no grau de eficiência do organismo para transformar as calorias em energia e em como o corpo queima essas calorias durante a prática de exercícios. Maus hábitos alimentares Uma alimentação não balanceada, rica em calorias, bebidas hipercalóricas e em grandes porções é um dos principais fatores de risco para a doença, pois presta grande contribuição ao ganho de peso do paciente. Estilo de vida familiar É muito comum encontrar a doença em todos os membros de uma família. Isso não se deve apenas a genética, mas sim ao compartilhamento dos mesmos hábitos dentro de casa.  Uso de medicamentos Se não houver uma compensação por parte do paciente, o uso de medicamentos para diabetes, antidepressivos, anticonvulsivos, antipsicóticos, esteroides ou beta-bloqueadores podem favorecer o ganho de peso. Consequência de outras doenças para a obesidade Em casos mais raros, uma pessoa pode se tornar obesa em função de outra doença, como por exemplo, a síndrome de Cushing ou de Prader-Willi. A artrite também pode provocar o aumento de peso por causa da inatividade do paciente. Distúrbios do sono Por ocasião de alguns distúrbios do sono, o paciente pode sofrer com dificuldades para dormir ou pode permanecer dormindo por muito tempo. Ambas as situações afetam o apetite e podem fazer com que a pessoa consuma mais calorias e carboidratos do que deveria. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre Clínica Médica e Promoção Geral da Saúde. 

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Azia: o que pode ser?

Problemas como azia e má digestão são comuns no cotidiano dos brasileiros. Apesar de serem considerados a mesma coisa, esses dois sintomas possuem causas diferentes e afetam à nossa qualidade de vida em diferentes níveis de intensidade. Você já sofreu com esse desconforto abdominal, principalmente, após as refeições? Por ser uma condição que ocorre com frequência, preparei esse texto para que você saiba as possíveis origens desse sintoma. O que é azia? É a sensação de queimação no esôfago, no peito ou atrás do osso esterno e que pode ocorrer ocasionalmente ou continuamente, variando de acordo com a causa. Essa é uma das principais queixas nos consultórios médicos, pois prejudica a qualidade de vida das pessoas. Uma das reclamações mais recorrentes é que o indivíduo perde o prazer pela refeição. Além disso, quem sofre com a azia tende a buscar a automedicação, melhorando temporariamente os sintomas, mas sem a investigação ou o tratamento da sua origem. Quais são os sintomas? O sintoma padrão é a queimação no esôfago e o gosto ácido na boca, mas existem outros além desses. O paciente pode apresentar crises de asma, tosse, dor no peito e ulcerações que provocam a redução do esôfago em função da formação de cicatrizes. Além disso, o indivíduo pode desenvolver uma condição chamada de esôfago de Barrett, uma doença que altera as características da mucosa do órgão e torna o paciente mais predisposto a desenvolver o câncer. Como é causada? A azia ocorre quando o alimento ingerido entra no estômago e retorna para o esôfago por ocasião de um mau funcionamento do esfíncter, um anel muscular que bloqueia o refluxo de alimentos. Essa condição causa uma irritação no esôfago, provocando a queimação. Esse sintoma pode ser provocado por diversas situações, sendo as mais frequentes: Tabagismo, pois as substâncias presentes no cigarro favorecem o relaxamento do esfíncter, facilitando o refluxo; Consumo excessivo de cafeína pode estimular a movimentação do estômago e promover o retorno do suco gástrico para o esôfago; Alimentar-se em grande quantidade faz com o que o estômago fique muito cheio e distendido, atrapalhando o fechamento do esfíncter. Outra situação que favorece o refluxo é a ingestão excessiva de gordura, fazendo com que os alimentos permaneçam por mais tempo no órgão; Gravidez, pois a falta de espaço no abdômen da mulher associado ao excesso do hormônio progesterona prejudicam o fechamento do esfíncter; Uso inadequado de medicamentos também promove a queimação no esôfago; Ingestão de líquidos durante as refeições faz com que o estômago fique muito cheio, dificultando o seu fechamento; Consumo abusivo de álcool ajuda a relaxar a musculatura do esfíncter esofágico, favorecendo o retorno do suco gástrico; Ingestão de chocolate, pimenta, cebola crua, frutas cítricas, hortelã e tomate são potenciais causadores da queimação estomacal. Essas são algumas das possibilidades que a sensação de azia pode indicar. A melhor forma de evitar o sintoma é mudando os hábitos relacionados à forma como se alimenta. Em casos crônicos, procure um médico especialista para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

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Icterícia em adultos: conheça as principais causas

A icterícia em adultos é uma condição no qual a pele, o branco dos olhos e as mucosas ficam amarelados. Isso acontece devido ao alto nível de bilirrubina, um pigmento biliar amarelo-alaranjado. Sua manifestação por si só não é um problema, no entanto, normalmente é consequência de doenças que afetam o organismo. Conheça melhor a condição em nosso artigo.<h2>O que é icterícia?</h2>A icterícia surge quando, por algum motivo, ocorre um acúmulo de bilirrubina direta e/ou indireta no sangue.Quando as concentrações de bilirrubina ultrapassam 1,5 a 2,0 mg/dL, esse excesso de pigmento extravasa para pele, mucosas e para a membrana que recobre a esclera (parte branca dos olhos). Isso resulta na característica aparência amarelada da condição. Os valores normais de bilirrubina no sangue dos adultos são os seguintes:<ul><li>Direta – até 0,4 mg/dL</li><li>Indireta – até 0,8 mg/dL</li><li>Total – até 1,2 mg/dL</li></ul><h2>O que causa icterícia em adultos?</h2>A icterícia pode ser causada por um problema em qualquer uma das três fases da produção de bilirrubina.Antes da produção de bilirrubina, você pode ter o que é chamado de icterícia não conjugada, devido ao aumento dos níveis de bilirrubina causado por:<ul><li>reabsorção de um grande hematoma (uma coleção de sangue coagulado ou parcialmente coagulado sob a pele);</li><li>anemias hemolíticas (as células sanguíneas são destruídas e removidas da corrente sanguínea antes que sua expectativa de vida normal acabe).</li></ul>Durante a produção de bilirrubina, a condição pode ser causada por:<ul><li>vírus, incluindo Hepatite A, Hepatite B e C crônicas, além da infecção pelo vírus Epstein-Barr (mononucleose infecciosa);</li><li>álcool;</li><li>distúrbios autoimunes;</li><li>defeitos metabólicos genéticos raros;</li><li>medicamentos, incluindo toxicidade por paracetamol, penicilinas, contraceptivos orais, clorpromazina e esteroides estrogênicos ou anabolizantes.</li></ul>Depois que a bilirrubina é produzida, a icterícia pode ser causada por obstrução dos ductos biliares de:<ul><li>cálculos biliares;</li><li>inflamação (inchaço) da vesícula biliar;</li><li>câncer de vesícula biliar;</li><li>tumor pancreático.</li></ul><h2>Diagnóstico</h2>Um exame de sangue é realizado para confirmar o diagnóstico de icterícia, que inclui:<ul><li>testes de bilirrubina;</li><li>hemograma completo de glóbulos vermelhos;</li><li>glóbulos brancos e plaquetas;</li><li>testes de hepatites A, B e C.</li></ul>Outros testes podem ser solicitados, tais como:<ul><li>ressonância magnética;</li><li>ultrassonografia abdominal;</li><li>tomografia computadorizada ou tomografia computadorizada axial;</li><li>colangiopancreatografia retrógrada endoscópica;</li><li>biópsia hepática.</li></ul><h2>Qual é o tratamento?</h2>O tratamento médico da icterícia em adultos tem como alvo a causa específica da doença, e não os sintomas em si. Por exemplo:<ul><li>a icterícia hepatocelular é tratada com medicamentos antivirais e esteroides;</li><li>icterícia hemolítica é tratada com suplementos de ferro;</li><li>icterícia obstrutiva é tratada com cirurgia para remover a obstrução seguida de medicação;</li></ul>Há também icterícia em adultos induzida por medicação, em outras palavras, quando ocorre como um efeito colateral ao consumo de certos medicamentos. Nestes casos, os medicamentos são descontinuados e remédios alternativos. Quer saber mais? Clique no banner!

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Quando procurar um clínico geral?

Apesar de ser uma das especialidades mais antigas, muitas pessoas ainda não sabem quando procurar um clínico geral. Isso talvez seja justificado pelo desconhecimento de em quais casos este profissional está apto a ajudá-las. Por isso, preparei esse texto para esclarecer as principais dúvidas sobre a atuação desse médico. Se você tem curiosidade sobre o tema, continue a leitura. O que faz um clínico geral? A clínica médica é uma das áreas bases da medicina, pois abrange conhecimentos de diversas outras especialidades clínicas. O médico formado nessa área está apto a resolver 70% das doenças existentes. Em razão da grande abrangência de estudos, o clínico geral possui o conhecimento aprofundado de todos os órgãos do corpo humano. Isso permite que ele esteja capacitado a diagnosticar diferentes condições, sejam elas simples ou complexas. Além do diagnóstico, ele também está habilitado a solicitar exames e a prescrever medicamentos. A formação profissional desse médico só não o capacita a atuar nas áreas ginecológicas, obstétricas e cirúrgicas. Quais doenças um clínico geral pode tratar? Como esse profissional possui um amplo conhecimento do funcionamento do corpo humano, ele possui a aptidão necessária para tratar diversos tipos de doenças. Porém, uma consulta com ele também pode ser para receber orientações de qual especialista procurar. Digamos que você está com algum problema e não faz ideia de qual a especialidade médica que trata o seu caso. Diante dessa situação, o médico formado em clínica médica irá avaliar os seus sintomas e diagnosticá-lo.  Se for um quadro que ele não trata, você receberá a indicação correta de qual especialista procurar. A versatilidade desse profissional é muito benéfica para o paciente. Por isso, a consulta com ele sempre é recomendada. As queixas mais frequentes no consultório desse médico são obesidade, hipertensão, hipercolesterolemia, diabetes, osteoporose, anemia, gastrite, infecções, alergias e a presença de dor em qualquer parte do corpo. Quando procurar esse profissional? Como já mencionado anteriormente, o clínico geral pode ser consultado em qualquer momento. Isso porque ele tem o conhecimento necessário para tratar a grande maioria das patologias e também para indicar uma outra especialidade médica, se for o caso. Caso precise realizar um check-up completo, você também pode se consultar com esse profissional. Outra possibilidade é quando existe a necessidade de fazer uma avaliação física para saber está apto a prática de algum esporte ou exercício. Ele também atende pacientes que buscam orientação sobre vacinas, uso de medicamentos ou acompanhamento pós-cirúrgico. Se ainda não está convencido, conheça outros motivos para procurar esse profissional: Atendimento eficiente, pois o paciente não precisa passar por uma série de consultas com outros especialistas para resolver o seu problema; Maior economia porque quanto mais consultas e exames, maiores serão os gastos; Criar uma relação de confiança com um médico auxilia na prevenção e no tratamento das doenças. Não é incomum que um médico de clínica médica se transforme em um médico da família; Prevenção e diagnóstico precoce de diferentes tipos de doenças e em várias regiões do corpo. Além dele identificar possíveis fatores de risco, como obesidade e sedentarismo. Entendeu a importância do clínico geral? Então, caso suspeite de algum problema, não hesite em procurá-lo. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre clínica geral e promoção geral de saúde.

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Obesidade: sintomas, causas e tratamento

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, em 2010, o Brasil contava com 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Esse número alarmante não é uma exclusividade do nosso país. A obesidade é um problema mundial de saúde pública. Qual a melhor forma de erradicar essa doença? Com informação. Por isso, preparei esse texto explicando sobre as causas, os sintomas e os tratamentos possíveis. O que é obesidade? É o acúmulo excessivo de gordura corporal em uma pessoa. Para evidenciar quando uma pessoa estava obesa, foi criado o Índice de Massa Corpórea (IMC). Atualmente, é a principal forma de diagnosticar a patologia. O IMC é uma tabela de referência internacional criada para mensurar se uma pessoa tem sobrepeso ou se está obesa. A partir da divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, é obtido o IMC do indivíduo, que se enquadra em uma das faixas de referência abaixo: Menos do que 18,5, está abaixo do peso; Entre 18,5 e 24,9, o peso é normal; Se entre 25 e 29,9, há um sobrepeso; Entre 30 e 34,9, está com obesidade grau 1; Entre 35 e 39,9, é o grau 2; Mais do que 40, é o grau 3. Quais são os sintomas? A doença não provoca sintomas, de forma direta, no paciente. O que ocorre são o aparecimento de transtornos em função do excesso de peso. O paciente está mais suscetível ao contágio por fungos e bactérias e podem sofrer artrose em função da sobrecarga de peso. Porém, essa patologia é considerada grave em razão da predisposição que o paciente passa a ter para outros problemas graves, como por exemplo, hipertensão, dislipidemia, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, apneia do sono, infertilidade e até câncer. Quais são as causas da obesidade? O principal agente causador do excesso de gordura corporal é o estilo de vida prejudicial. Geralmente, pessoas que não desenvolvem bons hábitos possuem uma saúde fragilizada. No caso dos pacientes obesos, a má alimentação e a compulsão pela ingestão de alimentos. A alimentação excessiva associada ao sedentarismo provoca o acúmulo de gordura. A genética do paciente também pode ser a responsável pelo desenvolvimento da doença, assim como os fatores psicológicos. Como é o seu tratamento? Alguns casos de obesidade podem ser tratados com medicações associadas à mudança de estilo de vida. As medicações variam de acordo com cada paciente. Nos casos mais graves, o tratamento é realizado por meio da cirurgia bariátrica. Independente da alternativa escolhida, o sucesso do tratamento depende da reeducação alimentar do paciente. O indivíduo precisa ter a consciência da forma como se alimenta, evitar os hipercalóricos e as bebidas açucaradas. Porém, não é uma tarefa fácil e exige um acompanhamento psicológico.  A mudança de hábitos passa pela reeducação alimentar, mas precisa ir além. O paciente precisa iniciar a prática de atividades físicas, para combater o sedentarismo. Caso não seja suficiente, a última alternativa de tratamento é a cirurgia bariátrica. Porém, apesar de ser um procedimento seguro e eficaz, só é recomendado quando o paciente esgotou todas as outras possibilidades. Para estar apto à cirurgia, o primeiro requisito é ter o IMC maior ou igual a 40 ou maior ou igual a 35, se possuir comorbidades. Posteriormente, o candidato será avaliado para que se verifique sua aptidão  física e psicológica. O procedimento varia conforme a técnica, mas, consiste em reduzir o tamanho do estômago e desviar o caminho do intestino.  Agora você já está bem informado sobre o assunto. Caso suspeite de que pode se enquadrar no IMC que indica obesidade, procure um médico especializado para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

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Dislipidemia: sintomas, causas e tratamentos

Dislipidemia é o nome dado para o aumento nos níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue. A doença também está relacionada com a queda dos níveis de HDL, que aumentam as chances de surgimento da aterosclerose. O diagnóstico do distúrbio é feito por meio da medição da concentração de lipoproteínas, triglicerídeos e do colesterol individuais. Quer entender melhor quais são os sintomas e as causas da dislipidemia? Continue a leitura e saiba mais! Quais são as causas da dislipidemia? A condição pode ser adquirida ou ter origem em fatores genéticos. É importante considerar uma série de aspectos que podem facilitar o seu surgimento. Dentre eles, podemos destacar: alimentação rica em colesterol; sedentarismo; consumo excessivo de bebidas alcoólicas; diabetes; obesidade; tabagismo; avanço da idade. Aliás, vale ressaltar que os níveis de colesterol tendem a aumentar com avançar dos anos. As mulheres costumam ter níveis mais baixos e, em boa parte dos casos, a dislipidemia surge após a menopausa. Há também os casos em que o colesterol e triglicerídeos têm seus níveis aumentados com o uso de determinados tipos de medicamentos, tais como antidepressivos, estrógenos, corticoides, anticoncepcionais. Quais são os principais sintomas da dislipidemia? Um dos grandes desafios na identificação da dislipidemia é o fato de que esta é uma doença assintomática. Isso quer dizer que ela não apresenta sintomas. Por isso, é essencial realizar exames preventivos com certa regularidade para se verificar os níveis de triglicérides e do colesterol. Somente assim é possível detectar a presença ou não da condição. Por outro lado, existem sintomas de outras doenças que podem estar relacionados com altos níveis de colesterol e, consequentemente, com o surgimento da dislipidemia. Vale a pena ter atenção a eles, pois podem servir como sinal de alerta. Algumas condições clínicas, como insuficiência renal ou cardíaca, hipertensão arterial, gordura no fígado, aterosclerose e angina, mais conhecida como dor no peito, são doenças que têm relação com o colesterol e triglicérides. Por isso, é importante ficar atento a alguns sinais, como: pressão alta; prisão de ventre; cansaço, fadiga ou sonolência; dores de cabeça; dormência nos pés e nas mãos; dores nos peito; halitose. Quais são os tratamentos para a dislipidemia? Geralmente, o tratamento para a doença envolve o uso de medicamentos e mudanças de hábitos no dia a dia. Por exemplo, a pessoa precisa cuidar para ter uma alimentação saudável, parar de fumar, perder peso, reduzir o consumo de álcool e começar a praticar atividades físicas. Por fim, é importante chamar a atenção para o fato de que a dislipidemia, e algumas doenças relacionadas a ela, serem silenciosas. Sendo assim, é fundamental reservar um tempo para fazer uma consulta ao médico e realizar um check-up para verificar se tudo está bem. No mais, qualquer pessoa pode começar a ter hábitos de vida mais saudáveis e, assim, prevenir a doença. Por fim, em caso de qualquer dúvida sobre a dislipidemia, o ideal é procurar um cardiologista para que todas elas sejam sanadas e o melhor tratamento seja indicado ao paciente. Quer saber mais? Clique no banner!

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O que é gordura no fígado?

A gordura no fígado é uma doença que pode acontecer não apenas com quem consome bebida alcoólica em excesso, mas também naqueles que possuem má alimentação, causando sobrecarga ao órgão. Por ser um problema relativamente silencioso, a gordura no fígado pode causar sérias complicações à saúde do portador, prejudicando a sua qualidade de vida. Por isso, é importante sempre procurar ajuda médica e realizar todos os exames de rotina. Neste artigo, trazemos mais informações para você compreender esse assunto. Confira! Características da gordura no fígado Cientificamente chamada de esteatose hepática, esse é um problema que afeta as células do fígado, fazendo com que elas sejam filtradas pelos triglicérides. No entanto, só é considerado um problema quando a taxa de gordura está entre 5 a 10%. Com o passar do tempo, essa situação pode se agravar, ocasionando um processo inflamatório no órgão. O desenvolvimento da inflamação pode gerar um quadro de cirrose hepática, estado mais grave do fígado. O que causa a esteatose hepática? Tudo depende do tipo de esteatose. Entenda a seguir: Esteatose alcoólica Como o próprio nome sugere, ela é provocada pelo consumo excessivo de álcool. Dessa forma, pessoas que costumam abusar do álcool tendem a desenvolver a doença. Esteatose não alcoólica Neste caso, a gordura no fígado pode ser desencadeada por diversos fatores, como: obesidade; hepatite; diabetes; colesterol e triglicérides em níveis elevados; uso de medicamentos (corticoides, estrógenos, antirretrovirais e tamoxifeno); inflamações crônicas do fígado (frequentes). Quais são os fatores de risco? As mulheres têm mais chances de acumular gordura no fígado. Isso ocorre devido à presença do hormônio estrógeno no organismo feminino. Entretanto, existem outros fatores de risco, tais como: ascendência oriental ou hispânica; síndrome do ovário policístico; hipotireoidismo; síndrome metabólica; apneia do sono; excesso de gordura abdominal. Quais são os sintomas? Por ser uma doença considerada silenciosa, ela não costuma desencadear sintomas físicos. Por isso, é fundamental fazer exames médicos, especialmente caso hajam fatores de risco. A condição é detectada por meio de exames de ultrassonografia do abdômen. Em casos mais severos, o portador pode apresentar fadiga e dor na parte superior da barriga. Também é possível aparecer outros sinais mais graves, quando as funções do fígado passam a ficar comprometidas: ascite (acúmulo de líquido na cavidade abdominal); encefalopatia; confusão mental; hemorragias; queda das plaquetas; problemas vasculares; icterícia. Qual é o tratamento? É importante procurar a ajuda de um especialista. Contudo, a medida mais adequada para controlar a doença é mudar hábitos de vida que contribuam para o desenvolvimento da doença. O primeiro passo é manter o peso ideal, reduzindo o excesso de gordura do corpo. Por isso, evite o consumo de açúcar, comidas gordurosas, alimentos calóricos, excesso de sal e produtos industrializados. Tenha sempre um cardápio mais saudável, com opções de frutas, legumes e carnes magras. Outra dica importante é fazer exercícios físicos diariamente. As atividades físicas ajudam a queimar as calorias ingeridas no dia a dia, reduzindo medidas. O médico também pode receitar o uso de medicamentos para controlar os níveis de glicose e o peso. Além disso, o consumo de vitamina E contribui para o bom funcionamento hepático. A gordura no fígado prejudica o funcionamento normal do organismo. No entanto, com a manutenção de uma rotina equilibrada e realização de exames médicos de rotina é possível reverter a situação e ter mais tranquilidade. Quer saber mais? Clique no banner!

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Como prevenir a anemia?

Problemas de desempenho no trabalho, dificuldades de concentração e excesso de sono são alguns dos sintomas que a anemia pode produzir. Por isso, é importante conhecer mais sobre ela e estar atento aos sinais enviados pelo corpo. Você sabe como ela é causada? Nesse texto, você irá conhecer as causas, os tratamentos e as formas de prevenção. O que é anemia? É o termo utilizado para definir uma série de condições que se caracterizam pela deficiência na concentração de hemoglobina ou na produção das hemácias. A hemoglobina é um componente do sangue que tem a função de transportar o oxigênio para o organismo.  As anemias podem ser agudas, crônicas, adquiridas ou hereditárias. Elas são agudas quando o paciente tem uma perda excessiva e rápida de sangue. As crônicas ocorrem quando são provocadas por doenças de base.  As hereditárias quando tem origem em fatores genéticos e as adquiridas ocorrem por uma deficiência nutricional.  Os tipos existentes Essa condição pode se manifestar de seis formas possíveis. A primeira delas é a ferropriva, provocada pela deficiência de ferro no organismo. Chamada de perniciosa ou megaloblástica, a segunda forma de manifestação da anemia é causada pela deficiência de vitamina B12. A terceira forma através da qual a doença se manifesta é a hemolítica. Ela tem origem em uma disfunção do organismo que faz com que os glóbulos vermelhos sejam destruídos mais rapidamente do que deveriam. A anemia falciforme é o quarto tipo e acontece por causa de uma fragilidade dos glóbulos vermelhos. O quinto tipo, então, é a aplástica, que ocorre quando o organismo não produz a quantidade necessária desses mesmos glóbulos. O sexto tipo é a anemia do recém-nascido, que, conforme o nome, acomete os bebês e tem causa na deficiência placentária. Como a condição é causada? A deficiência de hemoglobinas ou de hemácias pode ser causada por diversas situações, como por exemplo: Pela perda excessiva de sangue, em razão de um trauma, um acidente, uma cirurgia ou um sangramento gastrointestinal; Distúrbios na fabricação dos glóbulos vermelhos, da hemoglobina ou de outras proteínas e enzimas presentes no sangue; Alterações na medula óssea; Insuficiência renal crônica; Doenças reumatológicas; Problemas na glândula tireoide. Além disso, existem fatores que aumentam as chances de desenvolver um quadro de anemia. Os principais são dieta pobre em nutrientes, distúrbios intestinais, menstruação exacerbada e gestação sem suplementação vitamínica. Como prevenir? A prevenção dessa doença é fundamentada na manutenção de uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes que são essenciais para o organismo, tais como, ferro, vitamina A, B12 e zinco. Existem dois tipos de ferro encontrado nos alimentos, o heme e o não heme. O heme é encontrado nas carnes vermelhas e é melhor absorvido pelo organismo. O não heme está nas verduras, leguminosas, cereais e frutas, mas tem uma absorção menor. Por isso, é importante balancear as refeições para que haja uma boa absorção de ferro. A vitamina B12 é de origem animal e, por isso, não é encontrada no reino vegetal. Por essa razão, é muito comum que vegetarianos apresentem deficiência dessa vitamina. Uma fator que precisa ser lembrado é que a anemia sempre é um sinal de outra doença. Existem dezenas de possibilidades, podendo ser até a presença de um câncer.  Acredito que você tenha entendido que a prevenção da anemia é baseada em uma alimentação saudável e equilibrada. Caso tenha outras dúvidas, procure um médico. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre clínica geral e promoção geral de saúde.

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Conheça os tipos de diabetes e seus tratamentos

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), atualmente existem 13 milhões de brasileiros vivendo com os diferentes tipos da doença. Isso representa cerca de 7% da população do país. Essa estatística mostra a gravidade da condição. Por isso, é necessário que todos conheçam mais sobre o diabetes, suas causas, sintomas e tratamentos. Então, para saber tudo isso, leia o texto até o final. O que é o diabetes? É uma doença crônica na qual o organismo é incapaz de produzir ou produz de forma deficiente a insulina. A insulina é um hormônio responsável por controlar a quantidade de açúcar no sangue, que funciona como fonte de energia para o corpo. Em um paciente de diabetes, o nível de glicose não é controlado, ficando elevado e causando a hipoglicemia. Quando essa condição permanece por muito tempo, alguns órgãos, vasos sanguíneos e nervos podem sofrer danos. Quais são os tipos de diabetes existentes? Existem diversos tipos de diabetes e que se manifestam de diferentes formas. Conheça mais sobre eles: Diabetes tipo 1 Esse tipo de diabetes representa cerca de 10% dos casos da doença no Brasil. Além de ser crônica é hereditária e aparece com mais frequência durante a infância e a adolescência, mas pode ser diagnosticada em adultos. É uma condição autoimune, pois o pâncreas deixa de produzir a quantidade de insulina suficiente e suas células se autodestroem.  O tratamento para o diabetes tipo 1 consiste no uso diário de injeções de insulina para que o nível de glicose seja controlado. Além disso, o paciente precisa manter um estilo de vida saudável, com uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos. Diabetes tipo 2 O diabetes tipo 2 surge quando o organismo não consegue utilizar adequadamente a insulina produzida pelo pâncreas ou quando a quantidade fabricada não é suficiente para controlar a taxa de glicemia. Esse tipo de diabetes ocorre porque o corpo desenvolveu uma resistência a insulina ou porque não consegue secretá-la corretamente. Geralmente, essas condições são causadas por uma má alimentação, com excesso de refrigerantes, açúcares, carboidratos e industrializados. O tratamento do diabetes tipo 2 é baseado na alimentação saudável, prática de atividades físicas, emagrecimento, uso dos medicamentos prescritos, monitoramento contínuo dos níveis de glicose no sangue e acompanhamento médico para avaliar o controle da doença. Em alguns casos, apenas a mudança no estilo de vida é suficiente para controlar a doença. Diabetes gestacional Em função da gestação, a mulher passa por alterações hormonais que favorecem o desenvolvimento do bebê. A placenta provoca uma redução no poder de ação da insulina e, para compensar isso, o organismo aumenta a produção dessa substância. Porém, nem todas as mulheres têm essa ação compensatória do organismo, fazendo com que o açúcar se acumule no sangue, causando o diabetes gestacional. Se o bebê é exposto ao excesso de glicose ainda no ambiente intrauterino, pode nascer com diabetes e o parto pode acabar sendo traumático.  O tratamento do diabetes gestacional também consiste na manutenção de uma dieta saudável e, se autorizado pelo obstetra, a prática de atividade física. Em alguns casos, a gestante pode precisar injetar insulina para equilibrar a sua produção e aliviar o pâncreas. Pré-diabetes O termo pré-diabetes é utilizado quando a taxa de glicose no sangue está mais elevada do que o normal, mas não o suficiente para confirmar o diagnóstico de diabetes tipo 2. Essa é a única etapa em que a doença pode ser revertida ou retardada. Para isso, o paciente precisa mudar seu estilo de vida. A partir da prática regular de exercícios físicos e da adoção de uma dieta balanceada e saudável, é possível evitar que o estágio pré-diabetes se transforme, de fato, na doença. Esses são os tipos de diabetes existentes e as formas de tratamentos mais eficazes. Quer saber mais? Clique no banner!

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